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sábado, 27 de maio de 2017

Poema que fiz: Inverno

Era uma tarde como outra qualquer
O vento batia na janela sem parar
Mas o céu não estava nublado
E a neve sobre o jardim caia tão bela.
No lago se formava um piso luminoso
O vento derrubava as folhas para colorir o chão
Na caixa de correspondência um presente
No sofá eu já estava sentado tomando meu chimarrão.
Não precisa se mover muito para achar a diversão
Mas deixei o meu sangue fervendo para não ter acomodação.
Os acordes já estão sendo feitos no violão
A fogueira só refletindo velhas e novas historias da região.
Não precisa ter dinheiro, roupas novas, nem ser patrão.
Para estar na roda só precisa doar abraços, sorrisos e paixão.
Pois está chegando o inverno, e com ele, algumas brasas, alguns carvões.
Eu adoro, eu amo essa sensação.
Seja bem vindo as nossas casas.

quinta-feira, 11 de maio de 2017

Poesia que fiz: Alguns sonhos têm asas

Alguns sonhos têm asas

Viajou no tempo?
Não, apenas fui dormir
Foi cauteloso?
Claro, eu apenas refleti.

Nele você tenha asas?
Sim, mas eu tive medo de cair
Então por isso acordou?
Não, tive medo de me descobrir.

Corra, volte a dormir
Espere, deixe-me refletir
Esta esperando a hora certa?
Sim, quero voar para a paz e não ter que voltar mais aqui.

Boa noite mente.

quarta-feira, 26 de abril de 2017

Poema que fiz: Saudade dos velhos tempos.

Quando eu andava pela rua, sem ter medo de voltar pra casa, há era tão bom.
Pegava o skate, e fingia que a rua era minha casa, há era tão bom.
Sentava na praça, no fim de tarde, pra escutar o som dos pássaros, há era tão bom.
Corria primeiro que todos pra não deixar o ônibus da escola ir embora, há era tão bom.
Podia pegar o anoitecer, pra subir na casa da árvore, para ver as estrelas, há era tão bom.
Levantava cedo, era o primeiro da fila pra pegar o café, há era tão bom.
Um barzinho na esquina com os amigos há era tão bom.
Entrava no trem, pegava o fone e o celular na mão, para ouvir minha música favorita, há era tão bom.
Fazia chinelos de traves para jogar futebol, e fazia a rua meu estádio de futebol, há era tão bom.
Quando eu era criança, não sabia que armas eram feitas, para muitas vezes machucar pessoas,
há era tão bom não saber disso.
Saudade dos velhos tempos...

sábado, 15 de abril de 2017

Poema que fiz: A desigualdade é algo lamentável

Eu busco sempre ficar de pé, mesmo que eu esteja na beira de um penhasco.
Às vezes a fim de se jogar, criar asas, ser um pássaro.
Quando tudo estiver bem calmo, vou afinar meu piano e tocar.
Quando tudo ficar nublado, vou botar minha capa de chuva e caminhar.
Às vezes parece que as pessoas desaprenderam a sorrir.
Um carrinho feito de lata, uma casa feito de barro, a felicidade está aqui.
Um inteligente sabe que as nuvens, elas nunca tocaram o chão.
Mas eu deixei de ser um inteligente para ser um sonhador.
Sobre meus ombros uma mão, me dizendo, aquela nuvem tomou forma de um coração.
Não é porque ele vive na montanha ele é diferente de tudo.
Não é porque ele tem poucas roupas ele é sujo.
Você blinda seus olhos, já está com medo, acredita em tudo que ouvi por ai.
Atravessa a rua, às vezes corre, às vezes grita “sai daqui”.
Uma cor amarela, uma cor preta, uma cor branca, todos os humanos sabem sorrir.
Mas às vezes só alguns parecem ser calmos.
Para não diminuir, decidir, julgar o próximo.
A vida é tão simples, todos nascem para o bem.
Mas poucos sabem diferencia o que é certo e errado.
A desigualdade é algo lamentável...

segunda-feira, 10 de abril de 2017

Para Refletir

A gente quando é criança, parece que o tempo passa bem devagar, daí a gente cresce, e vê, o tempo passa tão rápido, e te faz lembrar de como era bom ser criança...

domingo, 9 de abril de 2017

Para Refletir

Inteligente é aquela pessoa, que quando se sente ameaçada, não usa apenas as palavras como se fosse sua maior força, e sim um líder em atitudes, mostrando que suas palavras não bastam apenas refúgio.

Poema que fiz: Deixe nossa terra em paz homem sem coração.

Você cresce em uma cidade onde uma ferrovia é mais importante do que um fruto
E não se da conta que um dia vai bater em sua porta a fome
Sentar sobre o asfalto para admirar as estrelas pode ser realmente doloroso
O ar se torna sufocante, não existi mais sombra para um descanso
Seu filho não irá poder mais ter uma casa na árvore
Você não irá poder mais dar flores para quem você ama
A chuva não irá mais poder regar o campo
As pessoas iram vir de bem longe, para migrar para o barulho
Enquanto o engravatado recheia o seu bolso
As pessoas apenas queriam ser livres
Estarem cuidando dos seus jardins, do seu canto
Mas o homem e sua ganancia só pensam em cuidar do seu povo
Eu ouvi isso no rádio, na televisão, em um sonho
Mas na real, só queria estar na mais bela cachoeira
E todos de mãos dadas formando a mais forte corrente
E em suas vozes gritando, chega de ilusão
Deixe nossa terra em paz homem sem coração.